sábado, 22 de maio de 2010

O tempo não passa... Fico angustiada com isso rs

E quanto mais ficamos ansiosos mais nos ligamos no tempo, mês, dia, hora... Principalmente quando esse tempo é para ter quem a gente tanto quer por perto! (Ainda bem que falta pouco, estou contando os segundos)

Às vezes chegamos a nos perguntar, porque isso veio acontecer justo comigo?

Talvez seja um plano de Deus... Aliás, talvez não, certeza!

Nada acontece por acaso nas nossas vidas.

Saudade é uma conseqüência da distancia, alem de ser um dos piores sentimentos. Não dá pra esquecer quem ta distante, não dá pra não ter saudade, apenas pode amenizá-la.

Mas torço por aquele time que acredita que quando a coisa ta difícil vem uma muito boa pela frente...

E eu sei que o que vem é um presente melhor, mil vezes mais do que to imaginando...

Deus prepara tudo nas nossas vidas, Ele não escreve certo por linhas tortas e sim a coisa certa no momento certo...

E eu aguardo a promessa de Deus na minha vida!

E quando a saudade não cabe no peito,ela transborda nos olhos...



sexta-feira, 21 de maio de 2010


Há dias que não me vejo,
Dias esses que não me sinto,
Verdades que desminto,
Sentidos de desejo...

Há dias que sei brindar,
Dias esses que me mascaro,
Onde o barato sai caro,
Onde jogo e sei brincar...

Há dias que não sei mais,
Dias esses que me perco,
De loucuras me cerco
loucuras... sentidos tais...



Há dias em que sou eu... e dias há em que sou menos eu... e sou nós...

quinta-feira, 20 de maio de 2010





Com o tempo você começa a perceber que nem tudo que sonhamos pode se tornar real, simplesmente porque idealizamos mais do que vivemos.
Acreditar em pessoas perfeitas, ou ter sempre em mente a belíssima história da Cinderela pode ser um grande estímulo para encontrar o Amor, mas pode também nos trazer uma versão ilusória daquilo que realmente um verdadeiro amor representa. Imaginamos alguém que seja companheiro, nos respeite e que seja fiel, e que também, tenha uma boa aparência, até aí ok...

No início a paixão te mostra exatamente tudo àquilo que você sempre quis ver, você pensa nunca ter vivido tal felicidade, não existe tempo, medo, dor muito menos responsabilidades, é o momento perfeito... No entanto o tempo (que indiferente do seu sentimento, existe) vai passando e vem trazendo com a convivência tudo aquilo que você não quis ver: os defeitos... Começam as brigas, as diferenças se apresentam, e suas ilusões vão perdendo o sentido e é nesse exato momento em que você percebe como o Amor se apresenta, que na verdade não existem pessoas perfeitas, que assim como você todos têm defeitos, e que amar na verdade é ter responsabilidades, é aceitar as diferenças do outro, é valorizar a individualidade de ambos, é se relacionar com a família, é pensar em tempo, em futuro... É aceitar os problemas do outro e fazer de tudo para amenizar ou resolvê-los, é sentir sim vontade de ficar junto pra sempre, é sentir saudade, é amar aquilo que não se apresenta tão bonito como você achava que era quando estava apaixonado, é falar a verdade, ser sincero, é fazer aquilo que você não quer, mas precisa, é ter dor de barriga, soltar pum, acordar com bafo de manhã e ainda sim morrer de vontade de beijar o seu amado quando o vê... É dividir o último chocolate, levantar de madrugada com sono e preguiça pra pegar água, é sentir ciúme, aliás, morrer de ciúme e ficar cego de raiva quando a possibilidade de não ter essa pessoa que não é perfeita por perto, parece se tornar real, é discutir por coisas tolas, e sérias também, é ouvir um: Me passa o controle... Quando você espera ouvir Eu te Amo, é fazer amor gostoso, e ás vezes preferir ver um filme abraçado, é conversar sobre o tudo e o nada, é ter a pergunta misteriosa no final da noite, é falar Eu te amo de várias maneiras e a todo o tempo, é ser romântico, é irritar até chorar, é rir até doer a barriga, é não perceber nada a sua volta quando o beija, é comer bobeira de madrugada, é sentir um pé gelado quando você já está aquecido, é ser o pé gelado, é não ter olhos, e nenhuma outra parte do corpo e ou sentimentos pra outra pessoa que não pra ele, é não saber como viver sem ser por, ou sem ter ele por perto, é encontrar músicas que você gosta de ouvir só porque você sempre se lembra dos olhos dele, é ser piegas, é poder ser você mesmo, é falar o que você quer, é querer tudo o que de alguma maneira se apresente essencial para ele...
Então você percebe que não precisa de nenhuma coisa que não seja ficar o mais próximo que puder dele, que a partir desse momento, não há como voltar atrás e você se sente a pessoa mais feliz por isso, e que se algo ruim acontece você sente perder o seu mundo, o seu chão, porque não gosta nem um pouco de sentir seu amado triste, é viver a maior felicidade, a verdadeira felicidade, afinal,
Amar é sentir na felicidade do outro a própria felicidade.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Ohhh diazinho mais ou menos...



Não sendo muito pessimista,mas já sendo rs,minha vida tá de acordo com algumas leis de Murphy

1° Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior
maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível

24° Toda solução cria novos problemas.

Então....melhor esperar pra ver o resultado!








terça-feira, 18 de maio de 2010

Memórias!


Não, a memória não é nada disso. Acho que ela parece mais um oceano agitado por ondas aleatórias de angústia e dor a encobrir imagens perturbadoras em fuga através de fronteiras imprecisas nos substratos mais profundos da mente humana, como no “Império dos Sonhos”, do Lynch. É isso: a memória é um pesadelo fílmico do David Lynch. Não é à toa que ela vem com um dispositivo autolimpante – o esquecimento.